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O Movimento Maio Amarelo

O Movimento Maio Amarelo

O objetivo do movimento Maio Amarelo é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Maio Amarelo 2021

A campanha Maio Amarelo teve início em 1º de maio com o tema “Respeito e Responsabilidade: pratique no trânsito”. O objetivo é promover a empatia e a humanização no trânsito, diminuir as estatísticas de acidentes e chamar atenção sobre como a impaciência e a intolerância refletem nas atitudes das pessoas quando estão dirigindo.

O movimento Maio Amarelo nasceu em 2014 e fomenta uma ação coordenada entre o poder público, iniciativa privada e sociedade civil para discutir o tema segurança viária com o objetivo de reduzir os acidentes e mortes no trânsito. Apesar da redução do número de mortes nos últimos anos, o trânsito brasileiro ainda mata milhares de pessoas todos os anos. Em 2019, quando foi divulgado o último levantamento pelo Ministério da Saúde, foram mais de 31.945 vidas perdidas.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT), por meio do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) também são apoiadores centrais da ação. Para as entidades, é importante a união de forças de toda a sociedade para a causa. “Afinal, enquanto apenas um pedestre, ciclista, motorista, passageiro ou motociclista estiverem desrespeitando as regras, todos estarão em risco”, destacou, em comunicado.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é um dos agentes do movimento no âmbito do governo federal e, para evitar aglomerações no contexto da pandemia de covid-19, vai promover ações digitais pelas redes sociais e sites com o tema “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas”. Entre as ações previstas, está o incentivo pela utilização das passarelas, faixas elevadas e faixas de pedestres, assim como alertar os condutores sobre sinalizações e cuidados com os vulneráveis no trânsito (pedestres, motociclistas e ciclistas), dando destaque à responsabilidade de todos os atores sociais envolvidos.

Década de Ação para Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

2021-05-04T19:09:20+00:00 maio 4th, 2021|Educação no Trânsito|0 Comentários

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